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Num mercado competitivo com0 o actual , é necessário trabalhar para criar e desenvolver uma marca que se diferencia da concorrência. Este livro mostra desenhos, materiais e acabamentos que fazem com que mochilas, etiquetas e publicidades se destaquem entre a multidao. O uso de um conjunto de materiais e técnicas de impressao e produçao é uma forma muito eficaz  de comunicar o carácter e posicionamento de uma marca, que os designers gráficos podem agora “tomar como emprestadas” de outras indústrias com a de textéis, plásticos, ciência e ecologia para criar superfícies impresas que sejam atractivas visualmente e ao tacto. Este livro oferece uma profunda compreensao dos materiais e técnicas para aplicar a qualquer trabalho.

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The Big Book of Brochure é uma extraordinária colecçao que apresenta o trabalho de designers de todo o mundo, oferecendo ideias, páginas de inspiraçao, e de conselhos para os designers gráficos profissionais e estudantes.

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Nesta obra, Munari aborda um tema de grande actualidade, o da separação entre a arte pura e a produção artística destinada às exigências da indústria e do consumo de massas.

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Através de uma sugestiva análise de obras e  temas, completando com desenhos e , Munari oferece uma apresentaçao exaustiva do design e das suas especialidades, argumentando-o com diferentes culturas e costumes.

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 “Prestemos atençăo ao estilo de Kafka. Na sua claridade, no seu tom preciso e formal, em agudo contraste com o assunto tenebroso do conto. Năo há metáforas poéticas a adornar esta severa história a preto-e-branco. A nitidez do seu estilo sublinha a riqueza perversa da sua fantasia. Contraste e unidade, estilo e assunto, trama e forma, alcançam aqui uma coesăo perfeita.”- Do prefácio de Nabokov.

 

O relato da vida de Esteban Trueba, da mulher, dos filhos legítimos e naturais e dos netos vai levar-nos do começo do século até à actualidade; é toda uma dinastia de personagens à volta das quais a narrativa vai gravitando sem perder de vista os outros – mesmo depois de mortos. O temperamento colérico do fundador, a hipersensibilidade fantasista da sua mulher e a evolução social do país – que reflecte e pode muito bem simbolizar qualquer país latino-americano – tornam difíceis as relações familiares, marcadas pelo drama e a extravagância e conduzem a um final surpreendente e cruel, que deixa no entanto aberto o caminho de uma trabalhosa reconciliação.

No panorama da actual literatura hispano-americana, nenhum nome de mulher tinha conseguido até agora ocupar um lugar cimeiro. Faltava pois uma romancista. A impecável desenvoltura estilística, a lucidez histórica e social e a coerência estética, patentes em A Casa dos Espíritos, fazem do primeiro romance de Isabel Allende uma obra magistral, um livro inesquecível.

Analisam-se escritores, de Chaucer a Shakespeare, de Mark Twain a T.S. Elliot, artistas como Dürer, e arquitectos como Pugin e Viollet-le-Duc. Explicam-se as diferentes formas como Jane Austen, Madame de Stael ou George Elliot lutaram para fazer ouvir a sua voz num universo masculino. Victor Hugo por seu turno permitiu-se interrogar: «Podem os génios coexistir com pessoas pouco inteligentes?»
Joahnn Sebastian Bach dá-lhe o pretexto para se debruçar sobre o papel da genética na criatividade. Alguns ensaios fazem comparações extraordinárias: de Turner com o japonês Hokusai, e de dois grandes estilistas Balenciaga e Dior. O último ensaio examina dois génios criativos: Picasso e Disney e questiona-se sobre qual dos dois mais influenciou as artes visuais do século XX.

  Umberto Eco, actualmente professor de Semiótica na Faculdade de Letras e Filosofia de Bolonha, estuda nesta obra muitos dos problemas que têm fascinado filósofos e linguistas desde a Grécia Clássica até aos nossos dias. “O que é o signo?”, quais e quantos tipos de signos existem, quais as implicações filosóficas decorrentes do conceito de signo? Num momento em que a noção clássica de signo vai perdendo consistência, o estudo dos sistemas de signos revela-se como caminho de acesso privilegiado para a compreensão do mundo da cultura, encarado no seu aspecto de sistemas de signos. Uma obra que se tornou um clássico na área das Ciências Humanas.
   

Não existem elementos casuais à nossa volta ou dentro de nós, mas toda a matéria obedece a uma composição ordenada. Até o traço ou o rabisco mais inocente não pode existir acidentalmente, mesmo que o observador não reconheça claramente as causas, a origem e o motivo desse “desenho”. É a partir de considerações como essas que Adrian Frutiger leva o leitor a reconhecer e julgar com mais facilidade a origem, o sentido e a mensagem dos sinais e símbolos.

   
   

Concebido como texto introdutório e escrito na forma de lições para «uma orientação sobre os principais problemas da Estética», este Breviário é ainda hoje um texto capital sobre esta disciplina.

A Arte e a Comunicação representam dois conceitos inseparáveis. Deste modo, reúnem-se na mesma colecção obras que abordam a Estética em geral, as diferentes Artes em particular, os aspectos sociológicos e políticos da Arte, assim como a Comunicação Social e os meios que esta utiliza.

 

“A vida de Gaudí, o genial arquitecto catalão, é um enigma. Houve um primeiro Gaudí raivosamente anticlerical e boémio, e depois um Gaudí místico e visionário, obcecado durante 40 anos com o projecto utópico de levantar uma «Catedral dos pobres» em Barcelona. Como explicar semelhante evolução? Mario Lacruz dá uma interpretação narrativa do mito Gaudí neste romance inédito, que tem a admirável virtude de apresentar o arquitecto catalão como um personagem vívido, credível e de uma enorme convicção.”

 

Um romance de fácil e leve leitura que nos faz prender à enigmática vida deste génio-arquitecto.

 

Em SEM LOGO – A TIRANIA DAS MARCAS NUM PLANETA VENDIDO, Naomi Klein constrói formulações reveladoras sobre o reino das marcas: aponta os efeitos negativos do marketing na cultura, no trabalho e nas escolhas do consumidor, mostrando como multinacionais convertem o mundo numa oportunidade de mercado. Logótipos e marcas são o que temos mais próximo de uma linguagem internacional: a maior parte dos seis bilhões de habitantes da Terra pode identificar o símbolo do McDonald’s ou da Coca-Cola. No universo globalizado, gerenciar imagens e associações por meio das quais o consumidor se relaciona com um produto se tornou a chave do sucesso.

http://br.geocities.com/guaikuru0003/resenha_semlogo.html

Yambo perde a memória e começa a reconstruir a sua história com a ajuda de pessoas que o conheciam e a partir de objectos.

O argumento do livro é um passo para Umberto Eco refazer em detalhes toda a memória da cultura de massa de sua época, e nesse sentido o livro é um curioso “romance de formação visual”. Para tentar recuperar a memória perdida, Yambo vai passar uma temporada na casa de campo da família, onde descobre porões e sótãos abarrotados de signos de seu tempo de infância, do velho rádio Telefunken aos diários escolares.

Óscar Wilde convida à reflexão sobre os padrões de beleza em cada sociedade, em cada época, envelhecimento versus juventude, a procura de novas e prazerosas sensações a qualquer preço, o crime e a punição…

Uma bela visão sobre conceitos de estética, para ser lido sem conseguir parar.

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